Diego Mineiro encostou o taco de sinuca no chão, o sorriso largo estampado no rosto enquanto a bola preta caía na caçapa. Alejo ficou ali, curvado sobre a mesa, o rabo empinado dentro do short justo, respirando pesado depois da derrota.
— Perdeu, rabudo — Diego rosnou, se aproximando por trás. Ele agarrou a bunda de Alejo com as duas mãos, apertando forte, sentindo a carne macia ceder sob os dedos. — Agora é hora de pagar.
Alejo não respondeu. Só empurrou o quadril para trás, oferecendo mais. Diego puxou o short dele para baixo num movimento brusco, deixando a bunda à mostra. O pau dele já estava duro, latejando contra o zíper da calça. Ele abriu, tirou o pau pra fora e esfregou a cabeça grossa entre as nádegas de Alejo, sentindo o calor da pele.
— Segura firme na mesa — Diego avisou, e empurrou.
O pau dele abriu o cu de Alejo devagar, forçando entrada. Alejo soltou um gemido rouco, os dedos cravados na borda da sinuca. Diego não parou até estar enterrado até o fundo, as bolas batendo contra a bunda do outro. Ele começou a foder sem piedade, puxando quase todo o pau pra fora e enfiando de volta com força, fazendo o corpo de Alejo tremer a cada estocada.
O som molhado da foda ecoava pela sala, misturado com os gemidos de Alejo e os grunhidos de Diego. Ele segurava a cintura do rabudo com força, puxando ele contra o pau, metendo fundo, rápido, sem parar. A bunda de Alejo batia contra a virilha dele a cada estocada, vermelha de tanto ser espancada.
Diego inclinou o corpo para frente, mordeu o ombro de Alejo e acelerou o ritmo, fodendo ele com tudo. O pau dele entrava e saía sem parar, molhado, escorregadio, rasgando o cu apertado. Alejo só conseguia gemer, o corpo mole sobre a mesa de sinuca enquanto era usado.
— Tô gozando — Diego avisou, e enterrou o pau até o fundo, gozando quente dentro do cu de Alejo, enchendo ele até transbordar. O esperma escorreu pela coxa do rabudo enquanto Diego ainda empurrava devagar, ordenhando cada gota.
Ele saiu devagar, o pau molhado brilhando, e deu um tapa forte na bunda vermelha de Alejo.
— Da próxima vez, se quiser ganhar, vai ter que jogar melhor.