Anagram & Candado


Anagram empurrou Candado contra a parede do quarto escuro, suas mãos fortes prendendo os pulsos do garoto contra o gesso frio. Candado ofegou, sua respiração acelerada enquanto Anagram pressionava seu corpo mais perto, sentindo a ereção dura de Candado contra sua coxa.

“Olha para mim,” rosnou Anagram, inclinando-se para morder o lábio inferior de Candado. Candado obedeceu, seus olhos escuros cheios de desejo. Anagram soltou um dos pulsos de Candado para deslizar a mão por baixo da camisa, encontrando o mamilo e apertando com força. Candado arqueou as costas, gemendo.

Anagram desceu a mão até a virilha de Candado, apertando o volume que já estava duro e latejando. “Tão ansioso,” murmurou, esfregando a palma contra a ereção de Candado por cima da calça. Candado empurrou os quadris para frente, buscando mais fricção.

Com movimentos rápidos, Anagram abriu o cinto de Candado e baixou o zíper. Enfiou a mão dentro, envolvendo os dedos ao redor do pau quente e duro de Candado. Candado soltou um gemido abafado quando Anagram começou a masturbá-lo com movimentos firmes e seguros.

“Por favor,” implorou Candado, seus quadris se movendo no ritmo da mão de Anagram. Anagram sorriu com malícia e se ajoelhou na frente de Candado. Abaixou a calça e a cueca de Candado até os joelhos, liberando seu pau. Sem preliminares, Anagram tomou a cabeça do pau de Candado na boca, chupando com força enquanto sua língua dava voltas ao redor da glande.

Candado enterrou os dedos no cabelo de Anagram, empurrando mais fundo. Anagram relaxou a garganta, engolindo mais do pau de Candado até sentir a ponta bater no fundo da garganta. Candado ofegou e gemeu, suas coxas tremendo.

Anagram chupou com mais intensidade, uma mão acariciando as bolas de Candado enquanto a outra se movia entre suas nádegas. Encontrou o cu de Candado e pressionou um dedo contra ele, sentindo a resistência antes de empurrar para dentro. Candado gritou de prazer, seu pau latejando na boca de Anagram.

Anagram se afastou, sua saliva escorrendo do pau de Candado. Levantou-se e virou Candado de frente para a parede. “Abre as pernas,” ordenou. Candado obedeceu, separando os pés. Anagram cuspiu na mão e esfregou a saliva no próprio pau, depois alinhou a cabeça com o cu de Candado.

Empurrou para frente, penetrando Candado com um único movimento duro. Candado gritou, seus dedos arranhando a parede. Anagram não parou, empurrando fundo até suas coxas baterem contra a bunda de Candado. Começou a fodê-lo com estocadas longas e duras, cada impulso arrancando gemidos de Candado.

Anagram segurou os quadris de Candado, puxando-o para trás para encontrar cada estocada. O som de pele contra pele encheu o quarto, misturado aos gemidos e ofegos de Candado. Anagram alcançou ao redor e agarrou o pau de Candado, masturbando-o no ritmo de suas estocadas.

“Vou gozar,” avisou Candado, sua voz entrecortada. Anagram estocou mais forte, mais rápido, sentindo Candado apertar ao redor do seu pau. Candado gozou com um grito, seu esperma respingando na parede enquanto seu cu se contraía ao redor de Anagram.

Anagram continuou fodendo-o através do orgasmo, suas estocadas ficando erráticas. Com um rosnado final, gozou dentro de Candado, enchendo-o com jatos quentes de porra. Ficou dentro de Candado por um momento, ambos respirando pesadamente.

Anagram se retirou lentamente, vendo seu esperma escorrer do cu usado de Candado. Candado se virou, suas pernas fracas, e Anagram o puxou contra seu peito. “Bom garoto,” murmurou, beijando a testa de Candado.

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