O motorista do Uber parou o carro no sinal vermelho e olhou pelo retrovisor. O passageiro, um cara de uns 25 anos com cabelo bagunçado e uma camiseta justa, estava sentado no banco de trás com as pernas abertas, claramente excitado. O volume na calça dele marcava uma ereção grossa.
“Tá tudo bem aí atrás?” perguntou o motorista, um homem de 32 anos, barba por fazer e braços fortes.
“Depende,” respondeu o passageiro, a voz rouca. “Você vai me ajudar com isso?”
O motorista engoliu em seco. Olhou de novo pelo espelho. O passageiro já estava com a mão dentro da própria calça, apertando o pau. O sinal ficou verde, mas ninguém se mexeu.
“Entra aqui na frente,” ordenou o motorista, a voz baixa.
O passageiro saiu do carro e entrou no banco do passageiro. Assim que fechou a porta, o motorista já estava com a mão na coxa dele, subindo rápido até sentir o pau duro por baixo do tecido.
“Porra, tá molhado já,” murmurou o motorista, apertando a cabeça do pau através da calça. O passageiro gemeu e abriu mais as pernas.
O motorista destravou o cinto e puxou o passageiro para mais perto. Beijaram-se com fome, línguas se enroscando, enquanto as mãos trabalhavam rápido. O passageiro abriu o zíper do motorista e puxou o pau dele para fora — grosso, quente, latejando na palma da mão.
“Chupa,” disse o motorista.
O passageiro se inclinou sobre o console e engoliu o pau até o fundo da garganta. O motorista segurou a cabeça dele e fodeu sua boca devagar, gemendo baixo enquanto o passageiro engasgava e babava no pau.
“Tira a roupa,” ordenou o motorista depois de alguns minutos. “Sobe no meu colo.”
O passageiro tirou a calça e a cueca de uma vez. O pau dele pulou para fora, duro e pingando. Ele subiu no colo do motorista, que já tinha empurrado o banco para trás. O pau do motorista pressionou contra a bunda dele, escorregando entre as nádegas.
“Segura,” avisou o motorista, cuspindo na própria mão e passando na cabeça do pau. Ele posicionou na entrada do cu do passageiro e empurrou devagar.
O passageiro soltou um gemido longo enquanto o pau grosso abria ele. Centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado. O motorista segurou a cintura dele e começou a foder para cima, forte, fazendo o carro balançar.
“Mais rápido,” pediu o passageiro, rebolando no pau.
O motorista obedeceu. Segurou a bunda do passageiro com as duas mãos e meteu sem parar, o som de pele batendo em pele ecoando dentro do carro. O passageiro se masturbava enquanto era fodido, gemendo cada vez mais alto.
“Vou gozar,” avisou o passageiro.
“Goza no meu pau,” respondeu o motorista, metendo mais fundo.
O passageiro gozou primeiro, jatos quentes respingando no peito do motorista. O cu apertou ao redor do pau e o motorista gozou logo depois, enchendo o passageiro de porra quente.
Eles ficaram ali por um minuto, ofegantes, o pau ainda dentro. Depois o passageiro desceu devagar, sentindo a porra escorrer pela coxa.
“Minha casa é a próxima quadra,” disse ele.
O motorista sorriu, ainda com o pau duro.
“Então vamos terminar lá.”