A noite caía fria sobre a casa isolada, o vento uivando contra as janelas como um aviso. O homem solitário estava sentado no sofá, enrolado em um cobertor fino, quando ouviu a batida firme na porta. Abriu e encontrou seu vizinho cowboy parado ali, chapéu coberto de neve, jaqueta de couro molhada, olhos escuros brilhando sob a luz do corredor.
— Entra logo — disse ele, dando um passo para o lado.
O cowboy entrou, tirando o chapéu e sacudindo a neve dos ombros largos. O ar entre eles mudou imediatamente, carregado de algo que nenhum dos dois precisava nomear.
— Tá congelando lá fora — murmurou o cowboy, já tirando a jaqueta. — Pensei que você pudesse precisar de um pouco de calor.
O homem solitário não respondeu com palavras. Fechou a porta, trancou, e puxou o cowboy pelo cinto, colando seus corpos. A boca do cowboy desceu sobre a sua num beijo urgente, línguas se enroscando, mãos grandes apertando sua cintura. O gosto de uísque e frio ainda estava nos lábios dele.
Eles tropeçaram até o sofá. O cowboy empurrou o homem contra o encosto, abrindo o zíper dele com uma mão só. A calça caiu no chão junto com a cueca. O pau já estava duro, latejando contra o ar frio da sala. O cowboy ajoelhou, engoliu o pau até o fundo da garganta num movimento único, molhado e quente. A cabeça do homem caiu para trás, gemendo alto enquanto o cowboy chupava com força, língua pressionando a veia grossa, engasgando de propósito só para sentir a garganta apertar em volta do pau.
— Levanta — ordenou o cowboy, voz rouca. Virou o homem de bruços no sofá, puxando sua bunda para cima. Cuspiu na própria mão e esfregou no cu apertado, enfiando dois dedos de uma vez. O homem gemeu, empurrando para trás, querendo mais. O cowboy abriu ele rápido, dedos grossos entrando e saindo, esticando o anel de músculo até ficar mole o suficiente.
Quando o cowboy tirou o pau para fora — grosso, roxo, latejando —, cuspiu na cabeça e encostou na entrada. Empurrou devagar no começo, depois enfiou tudo de uma vez até as bolas baterem contra a bunda. O homem gritou, apertando o sofá, sentindo o pau grosso abrindo ele até o limite. O cowboy começou a foder forte, quadril batendo contra a bunda, pau entrando e saindo molhado, barulho de pele contra pele enchendo a sala.
Trocaram de posição várias vezes. Primeiro o homem montou no cowboy, sentando até o fundo, rebolando devagar enquanto o pau batia na próstata. Depois o cowboy o deitou de lado, levantou uma perna e fodeu mais fundo ainda, uma mão apertando o pescoço do homem enquanto o outro segurava seu pau, masturbando no mesmo ritmo das estocadas.
Eles gozaram juntos a primeira vez — o homem gozando na mão do cowboy, o cowboy enchendo o cu dele com porra quente que escorria pela coxa. Mas não pararam. O cowboy virou o homem de quatro no chão, enfiou de novo e fodeu até o pau ficar duro outra vez, usando a própria porra como lubrificante. Gozaram de novo no sofá, depois na cozinha, depois contra a parede do corredor, o pau do cowboy nunca amolecendo completamente.
Quando o sol nasceu, os dois estavam nus no chão da sala, cobertos de suor seco e marcas de mordidas, o vento ainda batendo nas janelas, mas o frio já não existia mais dentro da casa.
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