O sol do Cairo batia forte na janela do quarto alugado, filtrando luz dourada através das cortinas finas. Lizandro estava de quatro na cama, o corpo nu brilhando com suor, enquanto o homem muçulmano atrás dele, Ali, segurava seus quadris com firmeza. Ali era mais alto, barba escura bem aparada, e vestia ainda a túnica branca aberta, deixando à mostra o peito musculoso e o pau grosso, duro e latejando.
Ali cuspiu na própria mão e esfregou a saliva grossa na cabeça inchada do pau, depois pressionou contra a entrada de Lizandro. Empurrou devagar, abrindo o passivo centímetro a centímetro. Lizandro soltou um gemido rouco quando a cabeça do pau forçou a entrada, esticando o anel de músculo até finalmente entrar com um estalo molhado.
— Allahu akbar… tão apertado — rosnou Ali, empurrando mais fundo até enterrar todo o pau até as bolas.
Começou a foder com força, puxando quase todo o pau para fora e enfiando de volta até o fundo. Cada estocada fazia o pau grosso abrir Lizandro, batendo direto na próstata. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto: plap plap plap. Ali segurava os quadris de Lizandro com força, dedos cravando na carne, puxando o passivo de volta para encontrar cada estocada.
Lizandro gemia sem parar, a boca aberta, a testa pressionada contra o colchão. Seu próprio pau balançava entre as pernas, pingando pré-cum no lençol. Ali inclinou o corpo para frente, pressionando o peito contra as costas de Lizandro, e começou a foder mais rápido, mais fundo. O pau muçulmano entrava e saía sem piedade, estocando o cu de Lizandro até ele tremer.
Ali segurou o cabelo de Lizandro e puxou sua cabeça para trás, falando baixo no ouvido dele:
— Toma meu pau, seu putinho. Vou te encher de porra.
Acelere as estocadas, as bolas batendo contra a bunda de Lizandro. O pau grosso latejava dentro do cu apertado, inchando mais. Ali rosnou alto quando gozou, enfiando até o fundo e jorrando jatos grossos de porra quente direto no intestino de Lizandro. A porra transbordou ao redor do pau, escorrendo pela coxa do passivo enquanto Ali continuava a enfiar devagar, ordenhando o resto do sêmen.
Ele saiu devagar, o pau molhado e brilhando, deixando o cu de Lizandro aberto e vazando. Lizandro caiu de lado, ofegante, o cu latejando, a porra escorrendo pelo ânus usado.
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