Transando com um morto-vivo


Vocês dois compartilham o mesmo amante, um morto-vivo gay que mantém a carne firme e fria, mas o desejo ainda quente. Ele chega à casa de vocês à noite, cheiro de terra úmida misturado com suor masculino. Vocês o recebem juntos: você agarra a nuca dele e puxa para um beijo profundo enquanto seu namorado já está ajoelhado, abrindo o zíper da calça dele e puxando o pau semi-duro para fora. A boca do namorado envolve a cabeça inchada, língua lambendo a fenda úmida, enquanto você morde o pescoço gelado do amante, sentindo os músculos rígidos sob a pele.

O morto-vivo geme rouco, mãos frias descendo pelas costas de vocês dois. Ele vira seu namorado de quatro no sofá, cospe na própria mão e enfia dois dedos grossos no cu dele, abrindo devagar. Você assiste, pau latejando, até o amante puxar você para frente e enfiar sua boca no pau dele. A língua fria e firme chupa com força, garganta sem necessidade de respirar engolindo até o fundo.

Seu namorado geme quando o amante enfia o pau nele, estocadas secas e profundas, pele batendo contra pele. Você se ajoelha ao lado, beijando a boca do namorado enquanto ele é fodido, sentindo o pau do amante roçar contra sua bunda. O morto-vivo alterna entre vocês: tira o pau do cu do seu namorado e enfia na sua boca, depois volta, repetindo, usando os dois ao mesmo tempo.

Ele goza primeiro dentro do seu namorado, jatos grossos e frios enchendo o cu dele. Você lambe o excesso que escorre, depois o amante te vira e te fode também, pau escorregadio de porra e cuspe. Seu namorado se masturba assistindo, gozando no próprio peito enquanto o amante te enche.

Depois, vocês três ficam enroscados no sofá, o corpo frio do morto-vivo entre vocês dois, mãos ainda explorando, bocas ainda beijando, prontos para continuar quando a fome voltar.

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