Cheirando a cueca do meu padrasto


O carro parou na beira da estrada, o letreiro de neon do motel piscando em vermelho cansado. Eram duas horas da manhã e os dois estavam exaustos da viagem. O padrasto, um homem de quarenta e cinco anos, corpo musculoso coberto de pelos escuros, decidiu que era hora de parar. Entraram no quarto simples, duas camas de solteiro, ar-condicionado barulhento e cheiro de mofo. O enteado de dezenove anos ficou na cama enquanto o padrasto foi tomar banho. A porta do banheiro ficou entreaberta. O som da água caindo misturava-se com o vapor que saía. Quando o padrasto entrou no box, o rapaz se levantou devagar e foi até a mala dele. Pegou a cueca usada que estava no chão, levou ao rosto e inalou fundo. O cheiro forte de pau suado, de virilha quente, de homem que passou o dia inteiro sentado no carro. O pau do garoto endureceu imediatamente dentro da calça, latejando contra o tecido. O padrasto saiu do banho enrolado apenas na toalha branca fina. O corpo molhado brilhava sob a luz fraca do quarto. Ele secou o cabelo com outra toalha, os músculos do peito se movendo, os pelos molhados grudados na pele. Vestiu uma cueca branca limpa e deitou na cama, de bruços primeiro, depois de lado, virando as costas para o enteado. Em minutos, o sono pesado tomou conta dele. O rapaz não conseguia fechar os olhos. Ficou olhando para o corpo grande do padrasto, a bunda redonda apertada pela cueca branca, as coxas peludas, as costas largas. O pau dele doía de tão duro. Levantou-se devagar, descalço, pisando leve no carpete gasto. Chegou perto da cama. O padrasto respirava fundo, o sono era pesado. O rapaz esticou a mão e tocou o ombro dele primeiro, depois deslizou os dedos pelo braço, sentindo os pelos. Nenhuma reação. A coragem cresceu. A mão desceu até a cueca. Os dedos pararam sobre o volume macio do pau. Apertou de leve. O pau reagiu, começou a crescer sob o tecido. O rapaz massageou devagar, sentindo o membro engrossar e endurecer. O padrasto murmurou algo no sono, mas não acordou. O rapaz puxou a cintura da cueca para baixo, liberando o pau grosso e pesado. A cabeça rosada brilhava, já começando a vazar. Ele se ajoelhou ao lado da cama e levou a boca até o pau. A língua lambeu a cabeça primeiro, depois desceu pelo tronco grosso. O cheiro forte de homem tomou conta da sua boca. Ele engoliu o pau devagar, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Chupou com vontade, a boca escorregando para cima e para baixo, a língua pressionando a veia grossa. O pau latejava na boca dele, crescendo ainda mais. O padrasto respirava mais pesado, os quadris se movendo levemente no sono. O rapaz chupou mais rápido, a mão segurando a base grossa, a outra acariciando as bolas pesadas. O pau começou a pulsar forte. O rapaz não parou. Engoliu até o fundo quando o padrasto gozou no sono, jatos grossos de porra quente enchendo sua garganta. Ele engoliu tudo, lambendo o pau limpo antes de voltar a colocar a cueca no lugar. Voltou para sua cama e fingiu dormir. O padrasto acordou minutos depois, o pau ainda duro e latejando dentro da cueca, uma mancha úmida se formando no tecido branco. Ele piscou no escuro, confuso, sem saber por que estava com o pau dolorido e pulsando como se tivesse gozado. Passou a mão sobre a cueca, sentindo a umidade, e ficou deitado ali, tentando entender o que tinha acontecido enquanto o enteado fingia dormir do outro lado do quarto.

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