O padrasto e o enteado mantinham uma rotina secreta que nenhum dos dois queria que a esposa e mãe descobrisse. Durante o dia, fingiam normalidade: conversas curtas, olhares rápidos, nada que chamasse atenção. Mas assim que ela saía para trabalhar ou ia ao mercado, a casa mudava completamente.
O enteado esperava no quarto, já sem roupa, deitado de bruços com a bunda empinada. O padrasto entrava, trancava a porta e se aproximava sem dizer uma palavra. Ele cuspia na própria mão, passava na cabeça do pau e empurrava devagar para dentro do cu apertado do enteado, que gemia baixo, mordendo o travesseiro.
Eles fodiam com força, sem pressa de terminar. O padrasto segurava os quadris do enteado e metia fundo, sentindo o cu quente apertar seu pau a cada estocada. Quando trocavam de posição, o enteado subia no colo do padrasto e descia devagar, sentindo o pau grosso abrindo ele por dentro. O padrasto segurava a bunda dele com as duas mãos, ajudando a subir e descer, até o pau do enteado ficar latejando e gozar no peito dele.
Depois do sexo, limpavam tudo rápido e voltavam para seus lugares. Quando a esposa chegava, ninguém notava nada diferente. Mas no dia seguinte, assim que ela saísse novamente, eles repetiam tudo: o padrasto enfiando o pau no cu do enteado, o enteado gemendo baixo, os dois gozando escondidos.
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