Eu e meu amigo na casa de verão do meu padrasto



O padrasto ficou ali parado, olhando fixamente para seu amigo que acabava de aparecer na porta dos fundos. O peito largo do rapaz brilhava suado, a bermuda baixa marcando o volume entre as pernas. O clima mudou de repente, ficou mais denso, mais perigoso.

“Seu amigo vai ficar aqui o verão inteiro?” perguntou o padrasto, a voz rouca, sem tirar os olhos do corpo do rapaz. Ele não esperou resposta. Virou-se e entrou, mas deixou a porta aberta.

Vocês dois trocaram um olhar. Seu amigo sorriu de canto, aquele sorriso safado que você conhecia bem. “Seu padrasto é gostoso pra caralho”, ele murmurou baixo, ajustando a bermuda. “E tá de pau duro já.”

Minutos depois, o padrasto voltou com três cervejas geladas. Ele jogou uma para cada um e se sentou na espreguiçadeira maior, pernas abertas, o volume no meio das pernas impossível de ignorar agora.

“Vem cá”, ele mandou, olhando direto para seu amigo. “Senta aqui do meu lado.”

Seu amigo obedeceu sem hesitar. Sentou-se ao lado do homem mais velho, o ombro roçando no dele. O padrasto passou a mão pela coxa dele devagar, subindo até quase tocar a bermuda. “Vocês dois são bem próximos, né?” perguntou, os dedos apertando a carne firme. “Já fizeram coisas juntos?”

Seu amigo não respondeu com palavras. Apenas virou o rosto e beijou o padrasto na boca, língua entrando sem cerimônia. O padrasto gemeu baixo, uma mão indo direto para a nuca do rapaz, puxando ele mais para perto. A outra mão desceu e apertou o pau dele por cima da bermuda.

Você ficou ali assistindo, o pau já duro no biquíni. O padrasto abriu os olhos durante o beijo e olhou direto para você, os dedos apertando o pau do seu amigo com mais força.

“Tira essa bermuda”, ele ordenou contra a boca do rapaz. “Quero ver o que você tem pra mim.”

Seu amigo levantou o quadril e puxou a bermuda para baixo. O pau saltou duro, grosso, a cabeça brilhando. O padrasto lambeu os lábios e envolveu a mão em volta dele, masturbando devagar.

“Vem cá também”, ele falou com você, a voz rouca. “Tira esse biquíni e vem sentar na minha cara. Quero provar você enquanto chupo seu amigo.”

O sol batia forte. Os três corpos suados. O ar cheirava a desejo e cerveja. O padrasto abriu a boca, esperando.

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