Ricardo estacionou o carro na garagem da nova casa. As paredes ainda cheiravam a tinta fresca e o chão de concreto estava coberto por poeira fina. Ele fechou a porta da frente e chamou:
— Lucas? Trouxe as ferramentas que você pediu.
Lucas apareceu no corredor, camisa suada colada no peito. Tinha 19 anos, corpo definido, shorts jeans rasgados na coxa. Olhou para o padrasto e sorriu de canto.
— Fecha a porta. A mãe ainda está no escritório até tarde.
Ricardo trancou. Lucas já estava tirando a própria camisa. O suor escorria pelo abdômen liso. Ricardo largou a caixa de ferramentas no chão e puxou o enteado pelo pulso. Empurrou-o contra a parede ainda sem reboco, beijando-o com fome. A língua de Lucas encontrou a dele enquanto as mãos do padrasto desciam até apertar a bunda do garoto por baixo do shorts.
Lucas gemeu baixo contra a boca do padrasto. Abriu o zíper da calça de Ricardo, puxou o pau já duro para fora e começou a masturbar devagar. Ricardo mordeu o lábio inferior do enteado.
— Queria te foder aqui desde que compramos a casa.
Lucas virou de frente para a parede, baixou o shorts até as coxas e empurrou a bunda para trás. Ricardo cuspiu na própria mão, passou saliva no cu apertado do enteado e enfiou dois dedos de uma vez. Lucas arqueou as costas, gemendo enquanto Ricardo abria caminho.
O padrasto tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa do pau na entrada e empurrou. O cu de Lucas engoliu o pau devagar até Ricardo estar completamente dentro. Ele segurou os quadris do enteado e começou a meter com força, fazendo o corpo do garoto bater contra a parede empoeirada.
— Mais forte, Ricardo… fode esse cu…
Ricardo aumentou o ritmo, estocando fundo, ouvindo o som molhado da porra e saliva misturando-se. Lucas segurava a parede com as duas mãos, rebolando para trás, pedindo mais. Ricardo passou a mão pela frente, agarrou o pau duro do enteado e masturbou no mesmo ritmo das estocadas.
Lucas gozou primeiro, jorrando na parede branca. O cu apertou ao redor do pau de Ricardo, que gozou logo depois, enchendo o enteado com jatos quentes de porra. Ricardo continuou metendo devagar enquanto gozava, até o sêmen começar a escorrer pela coxa de Lucas.
Eles ficaram parados por um momento, ofegantes. Ricardo puxou o pau devagar, vendo a porra escorrer do cu aberto do enteado. Lucas se virou, ajoelhou no chão empoeirado e chupou o pau do padrasto até limpar, lambendo até a última gota.
— Amanhã a gente pinta o quarto principal — disse Lucas, limpando o canto da boca com o polegar. — Quero que você me foda em cima da escada.
Ricardo sorriu, guardando o pau na calça.
— Combinado. E depois a gente testa a banheira nova.
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