A festa pós-casamento estava no auge. As luzes baixas, a música alta e o champanhe fluindo sem parar. O noivo, um homem bonito de 28 anos chamado Lucas, estava casado havia poucas horas com a filha do anfitrião. Ele sorria, aceitava abraços, mas seu olhar desviava para o sogro, um homem de 52 anos, corpo ainda firme, cabelos grisalhos e um jeito autoritário que sempre o deixava nervoso.
Lucas foi ao banheiro do corredor dos fundos para se afastar da multidão. Quando abriu a porta, o sogro já estava lá dentro, encostado na pia, com a camisa aberta e o olhar fixo nele.
— Fecha a porta — ordenou o homem mais velho.
Lucas obedeceu sem pensar. O clique da fechadura ecoou. O sogro se aproximou, agarrou o pulso dele e o puxou contra o corpo.
— Você acha que eu não percebi como você me olha desde o noivado? — sussurrou, a mão descendo direto para a frente da calça social de Lucas. Apertou o pau já meio duro por cima do tecido. — Casou com minha filha, mas o pau já está duro pra mim.
Lucas engoliu em seco. Tentou dizer algo, mas a boca do sogro cobriu a dele num beijo bruto, língua invadindo, dentes roçando o lábio inferior. As mãos do homem mais velho abriram o cinto, desceram o zíper e puxaram o pau de Lucas para fora. Dedos grossos envolveram a cabeça inchada e começaram a bombear devagar.
— Porra, que pau gostoso — rosnou o sogro, ajoelhando-se no chão frio do banheiro. Engoliu o pau de Lucas até o fundo da garganta num movimento único, sem gagueira, sugando forte. A cabeça batia contra o fundo da garganta enquanto ele engolia ao redor do pau, saliva escorrendo pelo queixo.
Lucas agarrou os cabelos grisalhos, quadril empurrando para frente. O sogro engasgou, mas não parou. Tirou o pau da boca só para cuspir nele e voltar a chupar, mais rápido agora, uma mão massageando os ovos enquanto a outra descia para abrir a própria calça.
— Levanta — ordenou, virando Lucas de frente para a pia. Puxou a calça dele até os joelhos e cuspiu na própria mão. Dois dedos grossos empurraram contra o cu apertado de Lucas, abrindo devagar, forçando a entrada. Lucas gemeu, testa encostada no espelho.
O sogro tirou os dedos e posicionou a cabeça grossa do próprio pau contra o cu. Empurrou. O pau grosso entrou devagar, abrindo Lucas centímetro por centímetro até estar completamente enterrado. Ficou parado um segundo, sentindo o cu apertar ao redor dele, então começou a foder.
As estocadas eram fortes, ritmadas, fazendo o corpo de Lucas bater contra a pia a cada vez. O sogro segurava os quadris dele com força, puxando para trás enquanto metia fundo. O som molhado de pau entrando e saindo do cu ecoava no banheiro pequeno.
— Mais fundo — pediu Lucas, voz rouca. O sogro obedeceu, mudando o ângulo para bater direto na próstata. Lucas tremeu, gozo jorrando sem aviso contra a pia branca enquanto o pau do sogro continuava a foder seu cu.
O homem mais velho não parou. Continuou metendo até sentir os próprios ovos subirem. Tirou o pau no último segundo e gozou em jatos grossos nas costas de Lucas, marcando a camisa social branca do noivo com porra quente.
Limpou o pau no rabo de Lucas e guardou de volta na calça. Abriu a porta do banheiro.
— Volta pra festa. E não conta pra minha filha que o sogro comeu seu cu no dia do casamento dela.
Lucas ficou ali, ofegante, cu latejando, porra escorrendo pelas costas, enquanto o sogro saía como se nada tivesse acontecido.
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