O Velho Pescador Grego e os Turistas Perdidos


O Velho Pescador Grego e os Turistas Perdidos

O sol do fim da tarde dourava o mar Egeu enquanto o velho pescador grego, Dimitris, remava sua barcaça de madeira desgastada de volta à pequena enseada escondida. Aos 58 anos, seu corpo ainda era robusto e musculoso das décadas puxando redes e remando contra as ondas. Sua pele bronzeada pelo sol, marcada por cicatrizes antigas, contrastava com a barba grisalha e os olhos verdes penetrantes.

Na praia de pedras, dois turistas americanos — Jake, 24 anos, loiro e atlético, e seu namorado Ryan, 23 anos, moreno e magro — estavam perdidos desde o meio-dia. Suas roupas molhadas colavam ao corpo depois de terem caído no mar tentando tirar fotos.

— Ei! — gritou Jake, acenando desesperadamente quando avistou a barcaça.

Dimitris aproximou a embarcação da costa. Quando os dois jovens subiram a bordo, ele sentiu o cheiro de sal e testosterona jovem. Suas mãos calejadas ajudaram Ryan a subir, tocando acidentalmente a barriga molhada do rapaz.

— Vocês estão gelados — murmurou Dimitris com sotaque forte. — Precisam de calor.

Ele os levou para sua cabana de pedra perto da praia. Lá dentro, acendeu uma lareira e entregou toalhas ásperas. Enquanto os dois se secavam, Dimitris preparava rakia, o licor grego forte.

— Bebam. Esquentem o sangue — ofereceu, servindo copos generosos.

O álcool e o calor da lareira relaxaram os jovens. Dimitris tirou a camisa surrada, revelando o peito largo coberto de pelos grisalhos e os músculos definidos dos braços. Jake não conseguiu desviar o olhar.

— Vocês dois… são mais que amigos? — perguntou o pescador, servindo mais rakia.

Ryan corou, mas Jake respondeu: — Somos namorados.

Dimitris sorriu lentamente. — Aqui na ilha, homens se ajudam. Não tem problema.

Ele se aproximou de Jake, colocando uma mão grande no ombro do jovem. — Posso mostrar como gregos antigos faziam? Com respeito… mas com força.

Ryan engoliu em seco, sentindo seu pau endurecer dentro dos shorts molhados. Jake mordeu o lábio, sentindo a mão áspera do pescador descer pelo seu peito.

Dimitris puxou Jake para um beijo profundo, a barba raspando contra a pele lisa do jovem. Sua língua explorou a boca de Jake enquanto suas mãos desciam para apertar a bunda do turista através do tecido fino.

Ryan observava, sua mão já massageando seu próprio pau duro. Dimitris quebrou o beijo e olhou para Ryan.

— Venha. Dois jovens precisam de um homem experiente.

Ryan se juntou a eles. Dimitris ajoelhou-se, puxando os shorts molhados de Jake para baixo. O pau duro do jovem saltou livre, e o pescador o engoliu sem hesitação, sua boca quente e experiente sugando com força.

Ryan tirou suas próprias roupas, ajoelhando-se ao lado do namorado. Dimitris alternava entre os dois paus, lambendo, chupando, engasgando quando os jovens empurravam fundo em sua garganta.

— Levem-me — pediu Dimitris, levantando-se e tirando suas calças. Seu pau grosso e veias pulsava, maior que o dos jovens. — Me fodem. Um de cada vez.

Jake posicionou-se atrás do pescador, cuspindo na própria mão para lubrificar. Empurrou devagar dentro do cu apertado de Dimitris, gemendo quando sentiu o anel muscular apertar ao redor de seu pau.

Enquanto Jake fodia o velho grego, Ryan ajoelhou-se na frente, oferecendo seu pau para Dimitris chupar. O pescador alternava entre gemer e engolir o pau de Ryan, sua boca cheia enquanto seu cu era penetrado com força crescente.

— Mais forte — rosnou Dimitris. — Me fode como homem.

Jake aumentou o ritmo, suas bolas batendo contra as nádegas do pescador. Ryan segurava a cabeça grisalha de Dimitris, fodendo sua boca com movimentos profundos.

Dimitris gozou primeiro, seu pau jorrando grossas cordas de sêmen no chão de pedra sem ser tocado. O aperto de seu cu ao redor do pau de Jake foi o suficiente para fazer o jovem explodir dentro dele, enchendo-o de porra quente.

Ryan puxou seu pau da boca de Dimitris e se masturbou rapidamente, gozando no rosto do pescador. Dimitris lambeu os lábios, saboreando o gosto salgado.

Os três caíram exaustos perto da lareira, corpos suados e satisfeitos. Fora, o mar continuava sua canção antiga, testemunhando mais um encontro entre o velho e o novo na ilha grega.

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