A confissão do gostoso Buck


Buck encostou as costas na parede do banheiro do bar, o cheiro de álcool e suor ainda preso na pele. A luz fraca do corredor mal iluminava o rosto dele, mas dava para ver o sorriso safado que ele abriu quando o outro homem se ajoelhou na frente dele.

— Você disse que queria provar — murmurou Buck, a voz rouca, já puxando o zíper da calça jeans. O barulho metálico ecoou no espaço pequeno. Ele tirou o pau grosso, já semi-duro, e segurou na base, apontando para os lábios entreabertos do cara.

O homem não perdeu tempo. Lambuzou os lábios com a língua e engoliu a cabeça do pau de Buck num movimento lento e molhado. A boca quente envolveu a glande, sugando com força enquanto a língua pressionava a parte de baixo. Buck soltou um grunhido baixo, os dedos afundando no cabelo do outro.

— Isso… chupa direito — ordenou, empurrando os quadris para frente. O pau deslizou mais fundo, batendo no fundo da garganta. O som de sucção molhada encheu o banheiro. O cara engasgou, mas não recuou; em vez disso, relaxou a garganta e deixou Buck foder sua boca com estocadas curtas e firmes.

Saliva escorria pelo queixo do homem, pingando no chão de azulejo. Buck observava tudo com os olhos semicerrados, o abdômen flexionando a cada vez que a boca descia até a base. Ele segurava a cabeça do cara com as duas mãos agora, ditando o ritmo, metendo fundo e rápido.

— Porra, sua boca é gostosa pra caralho — rosnou Buck, a voz falhando quando a língua do outro rodou em volta da cabeça sensível. Ele sentiu as bolas apertarem, o orgasmo se aproximando rápido. — Engole tudo quando eu gozar.

O homem gemeu em volta do pau, a vibração mandando um choque direto nos ovos de Buck. Ele acelerou as estocadas, usando a boca como um buraco quente e molhado, até que o prazer explodiu. Jatos grossos de porra jorraram direto na garganta do cara, que engoliu sem hesitar, os lábios ainda selados em volta da base latejante.

Buck ficou ali por alguns segundos, o pau ainda pulsando dentro da boca quente, a respiração pesada. Quando finalmente puxou para fora, um fio de saliva e sêmen ligava a ponta do pau aos lábios inchados do homem ajoelhado.

— Bom garoto — disse Buck, passando o polegar no canto da boca do outro, espalhando o resto de gozo. — Agora levanta que eu quero te ver engolir de novo.

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