Ali Al-Shafir, com seus 21 anos, seguia os passos do velho mestre desde os quinze. A torre de pedra ficava no alto da colina, longe da cidade, onde o vento batia contra as janelas estreitas. O mestre, um homem de barba grisalha e mãos firmes, ensinava Ali não apenas feitiços, mas também o que o corpo podia sentir quando o poder mágico corria pelas veias.
— Fique de costas para a mesa, Ali — ordenou o mestre, voz rouca. — Hoje vamos trabalhar com o fluxo de energia através do toque.
Ali obedeceu, tirando a túnica. Seu peito nu subia e descia rápido. O mestre se aproximou por trás, pressionando o corpo contra o dele. As mãos calejadas deslizaram pelos ombros do jovem, desceram pelo peito e apertaram os mamilos. Ali soltou um gemido baixo quando os dedos do mestre apertaram mais forte.
— Sinta o calor — murmurou o mestre, beijando a nuca dele. — Deixe o poder subir.
Uma das mãos do mestre desceu até a cintura de Ali, abriu a calça e segurou o pau já duro. O polegar circulou a cabeça inchada, espalhando a umidade que saía. Ali empurrou os quadris para frente, sentindo o pau do mestre pressionando contra sua bunda por cima da roupa.
— Mestre… — Ali ofegou quando o mestre começou a masturbar ele devagar, apertando a base e subindo até a ponta. O velho feiticeiro mordeu o ombro dele, deixando uma marca vermelha.
— Calma. Ainda não goze. — O mestre soltou o pau de Ali e puxou a própria túnica. O pau grosso e veias saltadas apareceu, duro e latejando. — De joelhos.
Ali se ajoelhou no chão de pedra fria. O pau do mestre balançou na frente do seu rosto. Ele abriu a boca e lambeu a cabeça, sentindo o gosto salgado. O mestre segurou a cabeça dele e empurrou o pau para dentro, fundo, até tocar a garganta. Ali engasgou, mas não recuou. Engoliu, a língua pressionando a parte de baixo.
— Isso. Chupa direito — o mestre gemeu, fodendo a boca de Ali com movimentos lentos e controlados. A saliva escorria pelo queixo do jovem. O mestre segurou o cabelo dele e puxou para trás, tirando o pau da boca. — Levante. Vire. Apoie as mãos na mesa.
Ali obedeceu. O mestre cuspiu na própria mão e esfregou no cu dele, abrindo os dedos devagar. Um dedo entrou, depois dois, abrindo caminho. Ali empurrou o quadril para trás, querendo mais. O mestre posicionou o pau na entrada e empurrou devagar, sentindo o anel apertado ceder.
— Porra… — Ali gemeu quando o pau grosso penetrou fundo. O mestre segurou os quadris dele e começou a foder, batendo forte, os ovos batendo contra a bunda. Cada estocada fazia a mesa tremer. O pau de Ali balançava duro, pingando no chão.
O mestre acelerou, puxando o cabelo de Ali para trás. — Goze para mim — ordenou. Ali gozou primeiro, jatos brancos atingindo a mesa e o chão. O cu apertou ao redor do pau do mestre, que gozou logo depois, enchendo o jovem com porra quente.
Eles ficaram parados, ofegantes, o pau ainda dentro. O mestre beijou as costas de Ali e saiu devagar, a porra escorrendo pela coxa dele.
— Amanhã continuamos a lição — disse o mestre, limpando o pau na túnica. — Agora descanse. Amanhã vamos trabalhar com duas mãos e talvez um feitiço de contenção.
Ali sorriu, ainda tremendo, sentindo a porra escorrendo. A próxima lição prometia ser ainda mais intensa.