Aperture


Ele estava ali, de quatro na cama de cimento, o uniforme laranja rasgado na altura da bunda. O cheiro de suor, cimento e tesão misturado no ar. O outro preso, maior, tatuado, se aproximou por trás, cuspiu na mão e esfregou o cuspe na rola grossa, dura, latejando.

– Abre mais essa bunda, viado – rosnou baixo, empurrando a cabeça do pau contra o cu apertado. O preso menor gemeu, empinando o quadril. O pau grosso forçou entrada, abrindo devagar, centímetro por centímetro, até encaixar fundo.

O barulho de pele batendo em pele ecoou na cela. O preso maior segurava firme os quadris, metendo sem parar, forte, rápido, fazendo o outro gemer mais alto. Cada estocada fazia o pau entrar até o fundo, as bolas batendo contra a bunda suada.

– Isso, toma porra – grunhiu, acelerando o ritmo. O preso de quatro segurava a grade da cama, o cu apertando ao redor do pau que o fodia sem piedade. O suor escorria pelas costas, o cheiro de sexo enchendo o ar.

O preso maior segurou o pescoço dele com uma mão, puxando para trás enquanto metia mais fundo, mais rápido, até gozar com um rosnado rouco, enchendo o cu com porra quente. O outro preso gozou logo depois, sem nem tocar no pau, o cu apertando em volta da rola que ainda pulsava dentro dele.

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