Deixo Você Entrar
A casa abandonada no fim da rua parecia perfeita para a festa de Halloween. Lucas e seu namorado, Rafael, decidiram passar a noite ali, sozinhos, com lanternas, cobertores e uma garrafa de uísque. O ar cheirava a mofo e madeira podre. Rafael riu enquanto trancava a porta atrás deles.
— Ninguém vai nos incomodar aqui — murmurou, puxando Lucas pela cintura.
Eles subiram as escadas rangentes até o quarto principal. As paredes estavam cobertas de papel de parede rasgado, e a cama de ferro enferrujada rangia quando Lucas se sentou. Rafael acendeu velas pretas sobre o criado-mudo, criando sombras dançantes. O luar entrava pela janela quebrada, iluminando o rosto de Lucas.
— Me beija — pediu Rafael, aproximando-se. Seus lábios se encontraram com urgência, línguas se enroscando. Lucas sentiu as mãos de Rafael descendo até sua bunda, apertando com força. Ele gemeu baixo, sentindo o pau de Rafael endurecer contra sua coxa.
Rafael empurrou Lucas para trás na cama, subindo por cima dele. Desabotoou a calça do namorado com dedos ávidos, puxando-a para baixo junto com a cueca. O pau de Lucas saltou livre, já latejando. Rafael lambeu os lábios e inclinou a cabeça, engolindo o membro inteiro até a base. Lucas arquejou, dedos enfiando no cabelo de Rafael enquanto o namorado chupava com força, língua pressionando a veia pulsante.
— Porra, Rafael… — ofegou Lucas.
De repente, um rangido ecoou pelo corredor. Rafael parou, levantando a cabeça. Ambos olharam para a porta aberta. Nada. Silêncio. Rafael deu de ombros e voltou a chupar, agora mais devagar, sugando com força. Lucas fechou os olhos, sentindo o prazer subir.
Então a porta se fechou sozinha com um baque seco. As velas apagaram todas de uma vez.
— Que porra… — Rafael se levantou, indo até a porta. Tentou abri-la. Trancada. Do lado de fora. — Lucas, isso não é engraçado.
Lucas sentou-se, puxando a calça de volta. O quarto estava gelado agora. Uma respiração úmida tocou sua nuca. Ele se virou. Nada. Mas sentiu algo gelado deslizando entre suas nádegas, como dedos invisíveis.
— Rafael… — chamou, voz tremendo.
Rafael estava encostado na porta, olhos arregalados. Algo o puxava para trás, pressionando seu corpo contra a madeira. Suas calças desceram sozinhas, revelando sua bunda redonda. Um som molhado ecoou — como uma língua invisível lambendo seu cu apertado. Rafael gemeu, mistura de medo e excitação.
— Tem algo me tocando — sussurrou.
Lucas se aproximou, mas parou quando viu. O ar ao redor de Rafael ondulava, como calor saindo de asfalto. Mãos invisíveis seguravam os quadris dele, abrindo suas nádegas. Um som de chupada molhada encheu o quarto. Rafael arquejou, joelhos fraquejando.
— Está me chupando… porra, está me chupando o cu — gemeu.
Lucas sentiu algo quente e grosso pressionar contra sua própria bunda. Algo invisível o empurrou para a cama, forçando-o de quatro. Seu pau balançava duro entre as pernas. Dedos frios abriram suas nádegas, e uma língua larga e úmida lambeu seu buraco, penetrando fundo. Lucas gritou de prazer e terror.
— Rafael! Não consigo parar!
Rafael estava agora de bruços na parede, pernas abertas. Algo grosso e invisível o penetrava, esticando seu cu. Ele sentia cada centímetro entrando, pulsando, fodendo-o sem piedade. Seus gemidos ecoavam pela casa. O pau dele batia contra a parede, pingando pré-gozo.
Lucas sentiu o membro invisível dentro dele também — grosso, quente, movendo-se em estocadas profundas. Cada vez que batia em sua próstata, ele gozava um pouco, jatos finos caindo no colchão velho. O ritmo aumentou. Algo o segurava pelos pulsos, puxando-o para trás, fodendo-o mais forte.
— Eu vou gozar — gritou Rafael, corpo tremendo. Seu pau explodiu, jatos grossos de porra escorrendo pela parede. O membro invisível dentro dele pulsou, enchendo seu cu com algo quente e viscoso.
Lucas gozou logo depois, gritando o nome do namorado. Seu pau jorrou na cama, corpo convulsionando. A presença invisível não parou. Continuou fodendo-os, usando seus corpos até ficarem moles e exaustos.
Quando o sol nasceu, a porta se abriu sozinha. Os dois saíram cambaleando, roupas rasgadas, corpos marcados com chupões roxos. A casa ficou em silêncio atrás deles.
Mas algo os seguiu para casa.
E naquela noite, quando Rafael fechou a porta do quarto, sentiu mãos frias novamente em sua cintura.
— Deixo você entrar — sussurrou uma voz no escuro.
E ele sorriu.
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