O celular vibra na mesa de cabeceira. Você pega o aparelho, vê o nome “Marido” na tela e atende com um sorriso safado. “Alô?” responde você, mantendo a voz neutra.
Do outro lado da linha, a voz dele chega ofegante: “Oi amor, tô no trânsito… só queria saber se você já chegou em casa.”
Enquanto ele fala, você olha para baixo. Entre as suas pernas abertas, o marido está de joelhos, nu, com a boca cheia do pau grosso do seu amigo. Você aperta a coxa dele com uma mão, obrigando-o a engolir mais fundo.
“Cheguei sim,” você responde calmamente ao telefone. “Tô aqui… relaxando um pouco.”
Seu marido engasga baixinho quando você empurra os quadris para frente, enfiando o pau até o fundo da garganta dele. Lágrimas escorrem pelo rosto dele enquanto ele tenta ficar em silêncio. Você sorri, ouvindo a voz preocupada do seu marido do outro lado da linha.
“Você tá bem? Tá parecendo cansado,” pergunta ele, sem suspeitar de nada.
“Tô ótimo,” você responde, enroscando os dedos no cabelo do seu marido submisso e guiando a cabeça dele num ritmo lento e profundo. “Só… cuidando de umas coisas aqui.”
O pau lateja na boca dele enquanto você continua a conversa, fingindo normalidade. Cada vez que você responde algo simples — “sim”, “tá bom”, “te amo” — você dá uma estocada mais forte, ouvindo o barulhinho molhado da garganta dele sendo fodida.
“Tá demorando muito no trânsito, né?” pergunta seu marido, inocente.
“Demorando bastante,” você concorda, segurando a cabeça do seu marido submisso contra o seu pau enquanto ele engole até engasgar. “Mas eu tô me divertindo aqui em casa.”
Você desliga o telefone depois de mais alguns minutos de conversa casual, olhando para baixo com um sorriso cruel. Seu marido está com o queixo babado, olhos vermelhos, a boca inchada e o pau duro latejando entre as pernas.
“Bom garoto,” você diz, voltando a foder a garganta dele sem pressa. “Continua assim enquanto ele dirige pra casa.”