O consultório estava silencioso, só se ouvia o leve zumbido do ar-condicionado. O Dr. Rafael ajustou o jaleco branco sobre os ombros largos e chamou o próximo paciente.
— Pode entrar, senhor Lucas.
Lucas entrou devagar, vestindo apenas uma camiseta justa que marcava cada músculo do peito e dos braços. Era alto, moreno, barba por fazer e um olhar submisso que contrastava com o corpo imponente. Fechou a porta atrás de si e ficou parado, esperando instruções.
— Tire a roupa e sente-se na maca — ordenou o médico, voz calma mas firme.
Lucas obedeceu sem hesitar. Tirou a camiseta, revelando peitorais definidos e um abdômen marcado por sulcos profundos. Depois baixou a calça e a cueca, deixando o pau macio balançando entre as coxas grossas. Sentou-se na maca de exame, as pernas ligeiramente abertas, mãos apoiadas nas coxas.
Dr. Rafael aproximou-se, luvas já calçadas. Começou pelo tórax, pressionando os músculos peitorais com os dedos, sentindo a firmeza. Desceu até o abdômen, pressionando de leve, observando a reação do paciente. Quando chegou à virilha, envolveu o saco com uma mão e o pau com a outra, levantando e examinando cada centímetro.
— Abra mais as pernas — pediu.
Lucas abriu, expondo o ânus rosado entre as nádegas firmes. O médico passou o dedo enluvado pela fenda, pressionando de leve o anel muscular. Lucas soltou um suspiro baixo, mas não se mexeu.
— Agora de quatro, por favor.
O paciente virou-se, ajoelhando-se na maca, peito contra o papel, bunda empinada. O médico separou as nádegas com as duas mãos e observou o buraco apertado. Pressionou dois dedos enluvados, lubrificados, e os introduziu devagar. Lucas gemeu baixinho quando os dedos entraram até o fim, abrindo-o.
— Relaxe — murmurou o médico, movendo os dedos para dentro e para fora, sentindo a resistência e o calor interno. — Muito bom… contrai um pouco para mim.
Lucas obedeceu, apertando o cu ao redor dos dedos. O pau dele já estava semi-duro, balançando entre as pernas enquanto era examinado. O Dr. Rafael curvou os dedos, tocando a próstata, e Lucas soltou um gemido mais alto, o corpo tremendo levemente.
— Continue assim — disse o médico, voz rouca. — Quero ver como você reage a estímulos mais profundos.
Ele retirou os dedos, tirou as luvas e pegou um lubrificante. Espalhou no pau grosso e duro que já latejava dentro da calça. Abriu o zíper, liberando o membro grosso e veias saltadas. Posicionou-se atrás de Lucas e encostou a cabeça do pau no ânus lubrificado.
— Inspira… — avisou, e empurrou devagar.
O pau grosso abriu o buraco do paciente centímetro a centímetro até estar completamente enterrado. Lucas soltou um gemido longo, mãos apertando a maca. O médico começou a foder devagar, segurando os quadris musculosos do paciente, puxando para trás a cada estocada.
— Isso… contrai para mim — ordenou.
Lucas apertava o cu ao redor do pau do médico, sentindo cada veia deslizar para dentro e para fora. O som molhado das estocadas enchia o consultório. O Dr. Rafael aumentou o ritmo, socando mais fundo, as bolas batendo contra a bunda do paciente.
Lucas gemia sem parar, pau duro e pingando no papel da maca. O médico inclinou-se sobre ele, uma mão no ombro largo, a outra segurando o quadril, fodendo com força.
— Goza para mim — murmurou no ouvido dele.
Lucas gozou primeiro, jatos grossos de porra caindo na maca enquanto o cu apertava convulsivamente ao redor do pau do médico. O Dr. Rafael continuou fodendo por mais alguns segundos até gozar também, enchendo o cu do paciente com porra quente.
Ele saiu devagar, observando o ânus aberto e vazando. Bateu de leve na bunda musculosa.
— Exame concluído. Pode se vestir.
Lucas levantou-se, pernas trêmulas, porra escorrendo pela coxa. Olhou para o médico com aquele olhar submisso e agradeceu baixinho antes de começar a se vestir novamente.