O apartamento de GirthyDaddyUC cheirava a couro envelhecido e desinfetante de pinho. As persianas estavam semicerradas, cortando a luz do fim de tarde em faixas que se deitavam sobre o chão de madeira escura. Rico parou à porta, os dedos ainda na maçaneta, e observou o homem sentado no sofá — pernas abertas, cotovelos nos joelhos, o volume na calça de moletom cinzento impossível de ignorar.
GirthyDaddyUC ergueu o queixo. Não sorriu. Os olhos escuros percorreram Rico de cima a baixo — do cabelo castanho despenteado até os pés descalços — com a paciência de quem já tinha decidido o que ia acontecer.
“Fecha a porta,” ele disse. A voz era grave, áspera, o tipo de som que vinha do fundo do peito.
Rico empurrou a porta. O clique da fechadura pareceu alto demais no silêncio do apartamento. Ele ficou parado, as mãos caindo ao longo do corpo, sem saber exatamente onde pôr os olhos. O volume na calça do outro homem continuava ali, pesado, definido, empurrando o tecido para a frente de um modo que fazia o coração de Rico bater mais rápido.
“Vem cá.” GirthyDaddyUC não se moveu do sofá. Só bateu a palma duas vezes na coxa, um gesto seco, impaciente.
Rico atravessou a sala em quatro passos. O ar perto do sofá estava mais quente — o calor do corpo do homem, o cheiro de desodorante barato misturado com suor seco. Quando chegou perto, GirthyDaddyUC estendeu a mão e agarrou o cinto de Rico, puxando-o para baixo sem cerimônia. Os dedos eram grossos, as unhas aparadas rente, e trabalharam a fivela com uma eficiência que não deixava dúvida — ele tinha feito aquilo muitas vezes.
A calça de Rico caiu. A cueca preta ficou ali, esticada sobre uma ereção que já começava a formar-se, o tecido úmido na ponta. GirthyDaddyUC olhou para baixo, estudou o que via, e soltou um som pela garganta — não um riso, não uma palavra, só um som baixo de aprovação.
“Tira,” ele disse, apontando para a cueca com o queixo.
Rico desceu a cueca. O pau dele saltou para a frente, não tão grosso quanto o do outro homem, mas rijo, a cabeça vermelha e brilhante de líquido pré-seminal. GirthyDaddyUC não tocou nele. Em vez disso, levantou-se do sofá — era mais alto do que Rico esperava, ombros largos sob a camiseta branca manchada — e empurrou a calça de moletom para baixo num movimento só.
O pau de GirthyDaddyUC apareceu. Rico engoliu em seco. Era grosso — mais grosso do que qualquer coisa que ele já tinha visto ao vivo, a veia dorsal saltando do topo até a base, a cabeça arredondada e escura, pesada como um punho fechado. Não estava completamente duro ainda, mas mesmo assim pendia para a frente, espesso, ameaçador.
GirthyDaddyUC enrolou a camiseta por cima da cabeça e atirou-a para o lado. O peito era largo, coberto de pelos escuros que desciam pelo abdómen até à virilha. Ele agarrou o pau com a mão direita — os dedos mal se fechavam à volta da grossura — e bateu com ele contra a palma da outra mão. O som era sólido, molhado.
“De quatro no sofá,” ele disse. Não era um pedido.
Rico virou-se e apoiou os joelhos no sofá, os braços nos encostos. Sentiu o couro frio contra a pele e o ar do apartamento a tocar-lhe no rabo exposto. A posição abriu-lhe as nádegas, e ele soube que o buraco estava visível — rosado, apertado, a contrair-se involuntariamente.
GirthyDaddyUC aproximou-se por trás. Uma mão pesada pousou na nádega direita de Rico e apertou com força, suficiente para deixar marcas vermelhas nos dedos. Depois a outra mão, no outro lado, abrindo-o ainda mais. Rico ouviu o som de um frasco de lubrificante a abrir — o estalido da tampa — e depois o líquido frio a escorrer pelo cócio, espesso, transparente.
Um dedo entrou. GirthyDaddyUC não foi gentil — empurrou até à segunda falange e rodou, esticando o anel apertado. Rico arqueou as costas e soltou o ar pelos dentes. O dedo saiu e voltou, duas vezes, três vezes, e depois um segundo dedo se juntou ao primeiro. A queimadura era real, mas por baixo dela algo começava a ceder, a abrir, a querer mais.
“Tá apertado,” GirthyDaddyUC disse, quase para si mesmo. Retirou os dedos com um som molhado e posicionou a cabeça do pau contra a entrada de Rico.
O primeiro empurrão foi lento. A cabeça grossa empurrou o anel para dentro, esticando-o além do que os dedos tinham preparado. Rico agarrou-se ao encosto do sofá, os nós dos dedos brancos, e soltou um gemido baixo que vinha do fundo da garganta. A cabeça entrou com um estalo húmido, e o anel fechou-se à volta do eixo logo atrás dela, apertando como um nó.
GirthyDaddyUC parou. As mãos pousaram nos quadris de Rico, segurando-o no lugar. “Respira,” ele disse. A voz tinha baixado ainda mais, quase um rosnado.
Rico respirou. No segundo em que os músculos relaxaram, GirthyDaddyUC empurrou mais. O pau grosso deslizou para dentro, centímetro a centímetro, abrindo caminho através do canal apertado. Rico sentiu cada milímetro — a veia dorsal a roçar contra as paredes internas, a grossura a aumentar em direção à base, o peso do corpo do outro homem a empurrar contra o seu rabo.
Quando GirthyDaddyUC finalmente encostou os quadris às nádegas de Rico, o pau estava completamente dentro. Todo ele. Rico podia sentir a pressão no fundo do abdómen, o cócio esticado ao máximo à volta da base espessa, os testículos pesados do outro homem a balançarem contra os seus.
GirthyDaddyUC ficou parado por um momento. As mãos deslizaram das ancas para a cintura de Rico, os polegares traçando as vértebras ao longo da coluna. Depois começou a mover-se.
O primeiro movimento foi para trás — lento, até só a cabeça ficar dentro — e depois para a frente, mais rápido, enterrando o pau grosso de volta no fundo. Rico soltou um som alto, meio gemido meio ofego, e o sofá rangeu sob os dois. O ritmo repetiu-se: recuo lento, investida firme. Cada vez que GirthyDaddyUC entrava, o corpo de Rico empurrava contra o encosto do sofá, e o couro rangia como uma respiração antiga.
“Fode apertado,” GirthyDaddyUC murmurou. As mãos apertaram a cintura de Rico com força suficiente para deixar marcas roxas. O ritmo aumentou — as investidas tornaram-se mais curtas, mais rápidas, o som de pele contra pele enchendo o apartamento junto com o barulho húmido do lubrificante e do cócio a ser fodido.
Rico baixou a cabeça entre os braços. O pau dele, duro como pedra, balançava com cada investida, pingando líquido pré-seminal no couro do sofá. Ele tentou alcançá-lo, mas GirthyDaddyUC agarrou-lhe os pulsos e empurrou-os para a frente, prendendo-os contra o encosto.
“Não. Fica assim.”
O pau grosso continuou a bombar. GirthyDaddyUC mudou o ângulo — inclinou-se para trás, segurando os quadris de Rico mais alto — e a cabeça do pau roçou contra a próstata. Rico gritou. O corpo inteiro estremeceu, o cócio a contrair-se à volta do eixo, e GirthyDaddyUC soltou um rosnado de aprovação.
“Aí, pois,” ele disse, e mirou o mesmo ponto com as investidas seguintes. Cada uma era um soco interno, preciso, implacável. Rico já não conseguia formar palavras — só sons, ofegos, gemidos que ficavam presos na garganta quando o pau grosso empurrava fundo demais.
O apartamento cheirava agora a suor e sexo. O som do corpo de GirthyDaddyUC batendo contra as nádegas de Rico era ritmado, constante, quase hipnótico. O sofá rangia mais alto a cada investida, deslocando-se centímetro a centímetro no chão de madeira.
GirthyDaddyUC soltou um dos pulsos de Rico e agarrou-lhe o cabelo, puxando a cabeça para trás. O pescoço de Rico ficou exposto, a coluna arqueada, e o pau grosso entrou ainda mais fundo naquela posição. Rico soluçou — um som descontrolado, molhado — e as pernas tremeram-lhe.
“Vais gozar com o meu pau no cu,” GirthyDaddyUC disse. Não era uma pergunta.
Rico não respondeu. Não precisava. O pau dele pulsou uma vez, duas vezes, e depois o sêmen jorrou — espesso, branco — em jorros que atingiram o couro do sofá, o encosto, o chão. O cócio contraiu-se em espasmos violentos à volta do pau grosso, e GirthyDaddyUC grunhiu, as unhas a cravarem-se na anca de Rico.
Não parou. Continuou a foder através do orgasmo de Rico, as investidas tornando-se mais duras, mais irregulares, até que o corpo dele enrijeceu. Um último empurrão — fundo, total — e GirthyDaddyUC ficou encostado às nádegas de Rico, o pau a pulsar dentro do cócio enquanto o sêmen quente enchia o canal em jorros espessos.
O silêncio que se seguiu era pesado. Os dois respiravam com dificuldade, os corpos unidos, suados. O sofá tinha-se deslocado meio metro pelo chão. A luz do fim de tarde já quase tinha desaparecido, e o apartamento estava na penumbra.
GirthyDaddyUC retirou-se devagar. A cabeça do pau saiu com um som húmido, e o sêmen escorreu do cócio aberto de Rico — espesso, leitoso, a pingar no sofá. Ele deu um passo atrás, limpou o pau na própria coxa, e deixou-se cair no sofá ao lado de Rico, que ainda estava de quatro, a respirar contra o couro.
“Bom rapaz,” GirthyDaddyUC disse. A mão pousou na nádega de Rico, quente, pesada, e ficou ali.
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