Eu e meu amigo, dois caras de 22 anos, estávamos sentados no sofá do nosso apartamento pequeno quando decidimos virar garotos de programa. A gente sempre foi próximo, mas nunca tinha rolado nada entre nós até aquela noite.
“Cara, a gente precisa de grana”, eu falei, olhando o celular com as contas atrasadas. “E tem uns caras que pagam bem pra isso.”
Meu amigo, João, mordeu o lábio inferior. Ele tinha o corpo definido de quem malha todo dia, pele morena, e um volume bem marcado na calça de moletom. “Tipo… transar com homem?”
“Sim. E a gente pode fazer juntos. Tem cliente que curte ver dois caras.” Eu já sentia meu pau endurecendo só de imaginar.
A gente criou um perfil num app de acompanhantes naquela mesma hora. Colocamos fotos nossas sem camisa, João de quatro na cama e eu de frente pro espelho. Em menos de uma hora já tinha mensagem.
“Dois novinhos pra foderem um ao outro?” O cliente mandou. “Quero ver um chupando o pau do outro e depois um comendo o cu do outro. Pago 800 pra cada.”
A gente combinou de ir no mesmo dia. Quando chegamos no hotel, o cara já estava esperando. Era mais velho, uns 45 anos, barrigudo, mas com uma rola grossa marcando a calça.
“Tira a roupa um pro outro”, ele mandou, sentando na poltrona.
Eu puxei a camiseta do João, passando as mãos pelo peito dele. Ele fez o mesmo comigo, apertando meus mamilos. A gente se beijou devagar no começo, depois mais bruto, línguas se enroscando. Meu pau já estava duro pra caralho dentro da cueca.
“Agora chupa ele”, o cliente ordenou.
Eu me ajoelhei na frente do João. Tirei a cueca dele devagar, a rola grossa e escura saltando pra fora. Lambi a cabeça primeiro, depois engoli tudo de uma vez. João gemeu alto, segurando minha cabeça enquanto eu chupava, subindo e descendo, engasgando um pouco quando a rola batia no fundo da garganta.
“Porra, que delícia”, João falou, rebolando o quadril.
O cliente já tinha tirado o pau pra fora e masturbava devagar. “Agora vira. Quero ver você comer ele.”
Eu levantei o João, virei ele de bruços na cama. Passei a língua no cu dele primeiro, lambendo devagar, depois enfiando a língua pra dentro. João gemia, rebolando na minha cara. Quando ele estava bem molhado, eu cuspi na mão, passei no meu pau e empurrei devagar.
O cu dele apertou minha rola enquanto eu entrava centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, comecei a meter forte, segurando a cintura dele. A cama rangia, João gemia alto pedindo mais.
“Mais forte, porra! Me fode!”
Eu metia sem parar, o som molhado das estocadas enchendo o quarto. O cliente se aproximou, segurando o próprio pau perto da nossa cara.
“Agora chupa ele enquanto ele te fode”, ele mandou.
João abriu a boca e engoliu a rola grossa do cliente, chupando enquanto eu continuava metendo no cu dele. A gente ficou assim um tempo, João sendo usado dos dois lados.
Depois o cliente quis ver a gente gozar. A gente se masturbou um na frente do outro, João deitado de costas, eu ajoelhado entre as pernas dele. Quando eu gozei, jorrei por cima do peito e barriga dele. Ele gozou logo depois, o esperma quente misturando com o meu.
O cliente pagou em dinheiro vivo e saiu. A gente ficou na cama, suado, cheirando a porra e suor.
“A gente vai fazer isso de novo?” João perguntou, passando o dedo no meu peito sujo de porra.
“Sim”, eu respondi, já sentindo meu pau endurecendo de novo. “E da próxima vez a gente vai cobrar mais.”