Você está deitado na cama quando sente o colchão afundar ao seu lado. O quarto está escuro, iluminado apenas pela luz prateada da lua que entra pela janela entreaberta. Seu namorado vampiro se aproxima em silêncio, os olhos dourados brilhando no escuro.
Ele se inclina sobre você, o hálito frio roçando seu pescoço. “Você me cheira diferente hoje,” murmura, a voz rouca. Suas mãos frias deslizam por baixo da sua camisa, explorando a pele quente.
Os lábios dele tocam seu pescoço primeiro, depois os dentes. Ele não morde ainda — só pressiona, saboreando o momento. Uma das mãos desce até a sua cintura, puxando você mais perto enquanto a outra abre o botão da sua calça.
“Quero sentir você pulsar enquanto eu bebo,” ele sussurra contra sua pele. Seus dedos envolvem seu pau, acariciando devagar, firme. Ele morde de leve, sem perfurar ainda, só marcando.
Você sente o corpo dele duro contra o seu, a ereção pressionando sua coxa. Ele lambe o local que mordeu, depois desce, beijando seu peito, seu abdômen, até chegar mais baixo. A boca fria envolve a cabeça do seu pau, a língua fria e úmida circulando.
Ele olha para cima, olhos dourados fixos nos seus, enquanto engole mais fundo, sugando devagar. Uma das mãos sobe para apertar seu pescoço com delicadeza, controlando o ritmo. O outro dedo desliza entre suas nádegas, circulando sua entrada sem pressa.
“Diga o que quer,” ele pede, a voz abafada ao redor do seu pau. “Quer que eu morda aqui…” ele aperta levemente seu pescoço, “ou quer que eu foda você primeiro?”
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