Missa da Meia-Noite


A lua cheia cortava os vitrais da capela lateral, pintando o corpo do padre de prata e sombra. Ele se chamava Padre Elias, cabelo grisalho rente ao crânio, barba curta e olhos escuros que pareciam absorver a luz. Quando a última oração da Missa da Meia-Noite terminou, os fiéis se dispersaram e a igreja ficou em silêncio. Elias trancou a porta principal, mas deixou a porta do confessionário entreaberta.

Um por um, os homens casados que ele havia marcado apareceram. Entravam sem dizer palavra, cruzavam o corredor lateral e desciam os degraus estreitos que levavam à cripta. Ali, sob o piso de pedra fria, havia um altar de mármore negro que nunca era usado para a missa oficial.

Elias desceu por último. Vestia apenas a alva branca aberta na frente, o cíngulo solto na cintura. Seu pau já estava semi-duro, balançando entre as coxas enquanto ele caminhava. Os homens esperavam nus, corpos variados: barrigas suaves, peitos peludos, coxas grossas de quem trabalhava pesado. Anéis de casamento brilhavam nos dedos quando eles se tocavam, nervosos.

— Ninguém fala — ordenou Elias, voz rouca. — Ninguém conta.

Ele se ajoelhou primeiro diante do mais jovem, um contador de trinta e poucos anos. Agarrou o pau dele com a mão calejada de quem segurava missais e o engoliu até o fundo da garganta. O som molhado de sucção encheu a cripta. O contador gemeu, segurando a cabeça grisalha do padre enquanto empurrava os quadris. Elias engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou.

Quando o pau do contador latejou, Elias puxou a boca e levantou. Virou-se, apoiou as mãos no altar e empurrou a bunda para trás. — Me fode — disse simplesmente. O contador cuspiu na própria mão, lubrificou o pau e enfiou tudo de uma vez. Elias soltou um grunhido baixo, testa encostada no mármore frio. O homem casado segurou seus quadris e começou a meter com força, bolas batendo contra a bunda do padre.

Enquanto era fodido, Elias estendeu a mão e chamou o próximo. Um mecânico de oficina, corpo largo e tatuado, aproximou-se. Elias engoliu o pau dele também, engasgando enquanto o contador acelerava as estocadas. O mecânico segurou a cabeça do padre e fodeu sua boca em ritmo constante, cuspe escorrendo pelo pescoço grisalho.

Um terceiro homem, dono de uma padaria, ajoelhou-se atrás do contador e lambeu suas bolas enquanto ele metia. O contador gemeu alto, apertando a bunda do padre. — Goza dentro — ordenou Elias, voz abafada pelo pau na boca. O contador obedeceu, jorrando quente e grosso dentro do rabo do padre. Quando puxou o pau, o esperma escorreu pela coxa do padre e pingou no chão de pedra.

Elias não descansou. Virou-se, sentou no altar e abriu as pernas. O mecânico tomou o lugar do contador, enfiando o pau grosso no cu já melado. Elias arqueou as costas, gemendo enquanto era penetrado de novo. O dono da padaria subiu no altar, ajoelhou-se sobre o peito do padre e desceu o pau até sua boca. Elias chupou os dois paus alternadamente, um na boca, outro no cu, corpo balançando entre os dois homens.

Mais dois chegaram. Um professor de escola, magro e nervoso, e um policial aposentado, barriga grande e pau curto e grosso. Elias os posicionou: o professor de quatro, o policial por trás dele. Enquanto o mecânico ainda metia no padre, Elias observava o policial fodendo o professor. O som de pele contra pele ecoava nas paredes da cripta.

Quando o mecânico gozou, encheu o padre até transbordar. Elias levantou, esperma escorrendo pelas pernas, e foi até o professor. Ajoelhou-se atrás dele e lambeu o cu do professor enquanto o policial metia. O professor gozou no chão sem tocar o pau, corpo tremendo. Elias lambeu o esperma do chão e subiu no altar novamente.

O policial aposentado foi o último. Elias deitou de costas, pernas abertas, e o policial montou nele. Metia devagar, fundo, olhos fechados. Elias segurou os pulsos do policial e puxou ele para baixo, beijando-o na boca enquanto era fodido. O policial gozou gemendo baixo, enchendo o padre mais uma vez.

Quando todos os homens terminaram, Elias estava coberto de suor e sêmen. Levantou do altar, corpo marcado por dedos e mordidas. Os homens se vestiram em silêncio e subiram as escadas, voltando para suas esposas e suas vidas normais.

Elias ficou sozinho. Subiu no altar novamente, deitou de costas e abriu os braços. Pegou o cíngulo que havia tirado e amarrou os próprios pulsos ao mármore, como se estivesse pregado. Seu pau, ainda duro, apontava para o teto abobadado. Ele fechou os olhos e começou a se masturbar devagar, usando o esperma de todos os homens como lubrificante.

Enquanto gozava, jorrando sobre o próprio peito grisalho, murmurou palavras antigas em latim. O ritual estava completo. O sacrifício erótico terminara. O padre grisalho, coberto de sêmen e suor, sorriu no escuro da cripta, sabendo que na próxima Missa da Meia-Noite os mesmos homens voltariam.

DOWNLOAD

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.