Célio acordou com o sol filtrando pelas cortinas de linho fino do seu triclinium. O perfume de mirra ainda pairava no ar da noite anterior. Ele se espreguiçou no leito de marfim, sentindo o peso familiar de dois corpos nus pressionados contra os seus.
À sua esquerda, Lúcio, o mais novo dos escravos, dormia de bruços, o traseiro empinado levemente para cima. A pele morena dele brilhava com uma fina camada de óleo que Célio havia esfregado na noite anterior. À direita, Marco, mais velho e mais musculoso, estava de lado, uma perna jogada por cima da coxa do dono. O pau semi-duro de Marco roçava contra a coxa de Célio.
Célio passou a mão pelo peito de Marco, apertando um mamilo duro. Marco acordou imediatamente, olhos escuros brilhando com submissão.
“Bom dia, Dominus,” murmurou Marco, a voz rouca.
“Acorde o garoto,” ordenou Célio, já sentindo o próprio pau endurecer. “Quero os dois de joelhos.”
Marco obedeceu sem hesitar. Virou Lúcio de barriga para cima e deu um tapa firme na bunda do jovem. Lúcio piscou, confuso por um momento, então sorriu ao ver o olhar faminto de Célio.
Os dois escravos deslizaram para o chão de mármore frio, ajoelhando-se lado a lado entre as pernas abertas de Célio. Marco foi o primeiro a avançar, lambendo a cabeça do pau do dono com a língua larga e quente. Lúcio não ficou atrás, chupando as bolas pesadas de Célio enquanto Marco engolia o pau inteiro.
Célio soltou um gemido satisfeito, uma mão na nuca de cada escravo. Ele empurrava os quadris para cima, fodendo a garganta de Marco enquanto Lúcio lambia e chupava mais abaixo.
“Bom garoto,” elogiou Célio, puxando Marco pela cabeça para engasgá-lo mais fundo. “Lúcio, prepare o cuzinho dele.”
Lúcio obedeceu imediatamente, lambendo os dedos e empurrando dois deles na entrada apertada de Marco. Marco gemeu ao redor do pau de Célio, a vibração fazendo o dono apertar mais forte.
Célio não aguentou muito tempo. Ele gozou na garganta de Marco, segurando a cabeça do escravo até que ele engolisse tudo. Quando finalmente soltou, fios de saliva e porra conectavam os lábios de Marco ao pau ainda latejando de Célio.
“Agora,” disse Célio, levantando-se do leito, “venham para o banho. Quero foder os dois antes do café.”
Os dois escravos se levantaram rapidamente, seguindo o dono nu até o balneário particular. A água quente já estava preparada, vapor subindo das piscinas de mármore. Célio entrou primeiro, sentando-se na borda rasa.
“Lúcio, sente aqui,” ordenou, apontando para seu colo. O jovem escravo obedeceu, virando de costas e baixando devagar sobre o pau duro de Célio. Marco ficou de pé na frente deles, pau ereto apontando para o rosto de Lúcio.
Célio segurou os quadris de Lúcio, empurrando para cima enquanto o escravo descia. O cuzinho apertado de Lúcio engolia o pau de Célio centímetro por centímetro até que ele estivesse completamente enterrado.
“Agora chupa o pau do seu irmão,” disse Célio, e Lúcio obedeceu, engolindo Marco até o fundo da garganta.
Célio fodia Lúcio com golpes longos e profundos, uma mão no pescoço do jovem para mantê-lo engasgado no pau de Marco. A água espirrava ao redor deles a cada estocada.
Marco gozou primeiro, enchendo a boca de Lúcio com porra quente. Lúcio engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo. Célio aumentou o ritmo, fodendo Lúcio mais rápido até que ele também gozasse, enchendo o cuzinho do escravo.
Os três ficaram ali por um momento, ofegantes, corpos molhados brilhando na luz da manhã.
“Limpe ele,” ordenou Célio para Marco. O escravo mais velho ajoelhou-se na água e lambeu a porra que escorria do cuzinho de Lúcio, enquanto Célio observava com satisfação.
Era apenas o começo do dia.
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