SCREAM – Paul Codi & Travis Connor


Paul Codi e Travis Connor passaram a noite toda se rondando na festa de Halloween, a tensão entre eles tão palpável que parecia cortar com uma faca. Paul estava vestido de vampiro, sua pele pálida e olhos escuros lhe conferindo um ar misterioso, enquanto Travis optou pelo visual clássico de lobisomem, seu corpo musculoso mal contido pela pele sintética e pela camisa rasgada. A música pulsava ao redor deles, mas a atenção de ambos estava totalmente voltada um para o outro. Paul se aproximou, sua respiração quente roçando a orelha de Travis. “Quer sair daqui?”, sussurrou, sua mão roçando a coxa de Travis. Travis não precisou ouvir duas vezes. Eles escaparam da festa e se refrescaram no ar fresco da noite, suas mãos já explorando os corpos um do outro enquanto cambaleavam em direção ao carro de Travis. Assim que entraram, Paul se jogou sobre ele, seus lábios se chocando contra os de Travis em um beijo voraz. Suas línguas se entrelaçaram, e Paul sentiu o pênis de Travis endurecer contra o seu através das calças. “Porra, eu queria isso a noite toda”, rosnou Travis, apertando a bunda de Paul com as mãos e puxando-o para mais perto. Paul gemeu durante o beijo, os dedos tateando o cinto de Travis. Ele precisava sentir aquele pau grosso na mão, precisava prová-lo. As calças de Travis foram abaixadas o suficiente para que seu pau saltasse para fora, e Paul não perdeu tempo em envolver a glande com os lábios, sugando avidamente. Os quadris de Travis se ergueram, empurrando o pau ainda mais fundo na boca de Paul. “É, assim mesmo”, gemeu ele, os dedos se enroscando nos cabelos de Paul. Paul trabalhou o pau de Travis com a boca, a língua girando ao redor da haste, saboreando cada centímetro. Os gemidos de Travis ecoaram pelo carro, seus quadris se movendo no ritmo da sucção de Paul. Mas Paul queria mais. Ele puxou o pau de Travis para fora com um estalo molhado, os olhos escuros de desejo. “Me fode”, exigiu ele, a voz rouca. Travis não hesitou. Empurrou Paul contra o banco, puxando suas calças para baixo e expondo sua bunda. Paul abriu as pernas, seu orifício se contraindo em antecipação. Travis cuspiu nos dedos, introduzindo-os no orifício apertado de Paul, dilatando-o. Paul gemeu, empurrando contra os dedos de Travis, desesperado por mais. Quando Travis finalmente alinhou seu pênis e penetrou, Paul gritou, a dilatação e a ardência fazendo seu pênis pulsar. Travis não se conteve, penetrando Paul com estocadas fortes e profundas. O carro balançava com seus movimentos, os vidros embaçando enquanto transavam como animais. O pênis de Paul saltava a cada estocada, o líquido pré-ejaculatório escorrendo da ponta. Travis o abraçou, envolvendo-o com a mão e acariciando-o no ritmo das estocadas. “Goza para mim”, rosnou Travis, com a voz rouca. Paul não conseguiu se conter, o orgasmo o atingindo como um trem desgovernado. Ele gozou com força, seu esperma espalhando-se pelo assento enquanto Travis o fodia por cima dele. Travis não ficou muito atrás. Com uma estocada final e brutal, ele se enterrou fundo no cu de Paul, seu pau pulsando enquanto o preenchia com sua ejaculação. Eles ficaram assim por um momento, ofegantes e exaustos, antes de Travis se retirar, seu esperma escorrendo do orifício de Paul. “Feliz Halloween”, disse Travis com um sorriso, e Paul não conseguiu conter o riso, já pensando na segunda rodada.

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