Sonho erótico com os deuses do Olimpo


A lua cheia entrava pela janela do quarto, banhando o corpo nu do homem que dormia sozinho em sua cama. Ele se revirava inquieto, suor escorrendo pela testa, enquanto o sonho o engolfava. De repente, o espaço ao redor dele se transformava. Não estava mais em seu quarto, mas em um templo de mármore branco sob o céu estrelado do Olimpo. O ar cheirava a incenso e óleo de oliva. Doze figuras divinas o cercavam, todas masculinas, todas nuas, com corpos perfeitos esculpidos em carne e desejo. Zeus, o mais imponente, aproximou-se primeiro. Seu corpo musculoso brilhava como bronze polido, o pau grosso e pesado balançando entre as pernas enquanto ele sorria. “Você nos invocou com seus desejos noturnos,” disse com voz de trovão. Ele agarrou o homem pelos quadris e o puxou para si, pressionando aquela ereção maciça contra sua barriga. Ares veio logo atrás, mais selvagem, com cicatrizes de batalha cruzando o peito largo. Ele se ajoelhou atrás do homem e abriu suas nádegas com força, lambendo o buraco com a língua quente e insistente. O homem gemeu, sentindo a barba do deus da guerra roçar sua pele sensível. Apolo, radiante como o sol, segurou seu rosto e o beijou profundamente, língua explorando sua boca. Suas mãos desceram até o pau do homem, masturbando-o com movimentos lentos e precisos enquanto sussurrava palavras antigas em seu ouvido. Hermes, ágil e travesso, ajoelhou-se ao lado e tomou o pau do homem na boca, sugando com habilidade divina. Sua língua dançava ao redor da glande, engolindo até o fundo da garganta sem esforço. Dionísio, com cabelos longos e pele manchada de vinho, ofereceu uma taça de néctar ao homem. “Beba,” ordenou, e quando ele obedeceu, o líquido queimou como fogo por suas veias, fazendo seu pau latejar com mais força. Poseidon agarrou seu pau e o usou para esfregar contra o próprio membro grosso, ambos escorregadios de saliva e pré-gozo. O deus do mar deslizou dois dedos grossos na boca do homem, ensopando-os antes de empurrá-los em seu cu apertado. Hefesto, com braços poderosos de ferreiro, segurou o homem no ar enquanto os outros deuses o usavam. Seu pau grosso penetrava fundo enquanto Ares o fodia por trás, os dois deuses alternando ritmos até que o homem gritasse de prazer. Os deuses se revezavam, cada um tomando seu turno. Alguns o fodia enquanto outros o chupavam, lambiam seus mamilos, chupavam seus dedos. Zeus gozou primeiro, jatos grossos de sêmen divino cobrindo seu peito e rosto. Logo depois, Ares explodiu dentro dele, enchendo seu cu com calor pegajoso. O homem acordou ofegante, seu próprio pau pulsando e jorrando sobre seu abdômen. O quarto estava vazio, mas o cheiro de incenso ainda pairava no ar, e marcas vermelhas de dedos divinos marcavam sua pele.

DOWNLOAD

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.