A rua estreita de madeira ecoava sob seus passos. Você voltou para casa depois de anos longe e, ao abrir o portão de madeira, viu ele ali — o garoto japonês do passado, agora com o corpo mais definido, pele clara iluminada pela luz da tarde. Ele usava um yukata leve, aberto no peito, revelando o contorno suave dos mamilos e a linha fina de pelos que desciam até o cóccix.
Ele te viu e corou, mas não desviou o olhar. Seus olhos escuros brilhavam com uma mistura de surpresa e desejo reprimido. O garoto deu um passo à frente, a mão tremendo levemente ao tocar seu peito.
— Você… voltou — murmurou, voz rouca. Ele se aproximou mais, o cheiro de sabão e madeira úmida exalando dele. Seus dedos deslizaram para baixo, abrindo ainda mais o yukata, deixando o pau semi-duro à mostra, a cabeça rosada brilhando com uma gota de pré-gozo.
Ele se ajoelhou no tatame, puxando você para perto. A boca quente envolveu seu pau em um movimento lento, a língua pressionando a veia por baixo enquanto sugava com força. Os sons molhados ecoavam na sala silenciosa. Ele engoliu mais fundo, o nariz encostando em sua pele, engasgando levemente mas sem parar.
Você agarrou seu cabelo preto, guiando o ritmo. O garoto gemeu ao redor do seu pau, a vibração enviando arrepios pela sua espinha. Ele tirou a boca só para lamber a cabeça, lambendo o pré-gozo que escorria, depois engoliu tudo de novo, engasgando quando você empurrou mais fundo.
Ele se levantou, virou de costas, puxando o yukata para cima e expondo a bunda redonda e firme. Espalhou as nádegas, revelando o cuzinho apertado que piscava, já lubrificado com óleo. — Me fode — pediu, voz baixa e urgente. Você posicionou a cabeça do pau na entrada e empurrou, sentindo o anel apertado ceder devagar. Ele gemeu alto quando você enfiou até o fundo, as bolas batendo contra sua pele.
Você começou a meter com força, o som de pele contra pele enchendo o ar. O garoto segurava o batente da porta, o corpo balançando a cada estocada. Seu pau batia contra a próstata dele repetidamente, fazendo-o gozar sem tocar no próprio pau, o sêmen jorrando no tatame enquanto ele apertava ao seu redor.
Você não parou. Continuou fodendo ele até sentir o próprio orgasmo se aproximar, então puxou para fora e gozou nas costas dele, o esperma quente escorrendo pela pele clara. O garoto ficou ali, ofegante, o cuzinho latejando e aberto, pingando lubrificante misturado com o seu gozo.