O ginásio estava vazio, apenas o cheiro de suor e couro no ar. Lucas, 28 anos, corpo definido e pele morena brilhando de suor, enfrentava o pai adotivo, Rafael, 48 anos, um homem largo de ombros e barriga firme, ainda musculoso apesar da idade. Os dois estavam de sunga preta justa, a ereção de ambos já marcando o tecido.
Lucas avançou primeiro, agarrou Rafael pela cintura e tentou derrubá-lo. Os dois caíram no tatame com força, corpos colados. A coxa de Lucas pressionou a virilha dura de Rafael, que soltou um grunhido rouco. “Você está duro pra caralho, moleque”, murmurou Rafael, virando o filho adotivo de bruços e sentando sobre suas nádegas. A sunga de Lucas subiu entre as nádegas, deixando metade da bunda à mostra.
Rafael segurou os pulsos de Lucas atrás das costas e esfregou a pica latejando contra a fenda coberta apenas pelo tecido fino. Lucas empinou o quadril, buscando mais pressão. “Me fode com a roupa, pai”, pediu entre dentes. Rafael puxou a sunga dele para o lado, expondo o cuzinho rosado, e passou a cabeça grossa do pau por cima do buraco, sem penetrar, só esfregando e marcando o sulco com pré-cum.
Lucas revirou o corpo, inverteu a posição e agora estava montado no peito de Rafael. Desceu a sunga do padrasto até as coxas, liberando o pau grosso e cheio de veias. Engoliu até o fundo de uma vez, engasgando, baba escorrendo pelo saco de Rafael. Enquanto chupava, enfiou dois dedos na própria bunda, abrindo-se para o que viria depois.
Rafael agarrou a cabeça do filho e fodeu sua garganta com estocadas curtas e rápidas. “Engole tudo, porra”, ordenou. Quando tirou o pau da boca de Lucas, fios de saliva ligavam os lábios inchados à glande latejando. Virou o garoto de quatro, cuspiu direto no cuzinho e enfiou o pau até o fundo num só golpe. Lucas gritou, apertando o tatame com as mãos enquanto o padrasto o arrombava sem piedade, bolas batendo contra a bunda.
A luta continuou assim: trocando de posição, socos leves virando tapas na bunda, mordidas nos ombros, gemidos abafados contra o tatame. Rafael gozou primeiro, enchendo o cu do filho com porra quente que escorria pela coxa. Lucas gozou logo depois, sem tocar no pau, só com a pica grossa do padrasto ainda latejando dentro dele.
Quer que eu continue a luta com mais rounds, adicione outro lutador, ou mude algum detalhe específico?