Meu pai foi putinha dos meus amigos da faculdade


Seu pai, o homem que você sempre viu como o chefe da casa, agora estava ajoelhado no chão do quarto bagunçado, sem camisa, calça arriada até os joelhos. Três caras da sua turma — Lucas, Diego e Rafael — estavam em volta dele, rindo baixo enquanto abriam os zíperes.

Lucas foi o primeiro a puxar o pau pra fora, já duro, grosso, com a cabeça brilhando de lubrificante que ele mesmo passou. Ele bateu a rola na cara do seu pai e mandou:

— Abre a boca, putinha.

Seu pai obedeceu sem hesitar. A língua saiu pra fora e ele lambeu a cabeça do pau de Lucas devagar, depois chupou fundo, engolindo até o meio da rola num movimento molhado e barulhento. Diego não esperou muito: segurou a nuca do seu pai e enfiou o pau dele também, fazendo os dois paus entrarem e saírem da boca dele ao mesmo tempo.

Rafael ficou atrás, abriu a bunda do seu pai com as duas mãos e cuspiu direto no cuzinho apertado. Esfregou a cabeça do pau ali, empurrou devagar até o anel ceder e ele entrar até o fundo num só golpe seco. Seu pai gemeu com a boca cheia, a voz abafada pelos paus que ele chupava.

Diego segurou a cabeça dele com as duas mãos e fodeu a garganta sem piedade, fazendo baba escorrer pelo queixo e pingar no chão. Lucas puxou o pau pra fora só pra bater na cara dele de novo, depois enfiou de volta.

Rafael metia forte por trás, segurando os quadris do seu pai e socando fundo, fazendo o cu estalar a cada estocada. Ele batia na bunda, deixava marca vermelha na pele branca.

— Olha só como ele engole, porra — Diego riu, tirando o pau só pra ver seu pai babar e pedir de volta.

Lucas trocou de lugar com Rafael. Agora era ele quem metia no cu, mais grosso, abrindo mais o buraco. Diego sentou na cama, puxou seu pai pra cavalgar nele, e seu pai desceu devagar até sentar até o talo, gemendo alto enquanto era fodido por baixo.

Rafael segurou o pau do seu pai e masturbou enquanto ele rebolava no pau de Diego. Quando seu pai gozou, o jato quente caiu no chão e na mão de Rafael, que lambeu os dedos depois.

Eles não pararam. Trocaram de posição várias vezes: um no cu, outro na boca, o terceiro batendo na cara ou segurando a cabeça pra engasgar mais fundo. Seu pai ficou de quatro na cama, depois de bruços, depois sentado no colo de um enquanto outro enfiava na garganta.

No final, os três gozaram nele: um encheu o cu, outro gozou na cara e o terceiro na boca, obrigando ele a engolir até a última gota.

Seu pai ficou ali, suado, com a boca inchada, o cu aberto e pingando porra, respirando pesado enquanto os três riam e batiam palmas devagar.

— Boa putinha — Lucas disse, dando um tapa na bunda dele. — Amanhã a gente volta.

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