O sogro me comeu


O sogro me comeu

Eu sempre achei que meu sogro era um homem atraente. Aos 58 anos, ele mantinha o corpo firme de quem trabalhava com as próprias mãos a vida toda. Cabelos grisalhos, barba por fazer, braços grossos e aquele olhar que parecia me despir toda vez que me via.

Tudo começou numa sexta-feira à noite. Minha esposa tinha viajado para um congresso e eu fiquei em casa. Meu sogro apareceu sem avisar, dizendo que precisava pegar umas ferramentas que tinha deixado na garagem.

“Entra, toma uma cerveja”, eu disse.

Ele aceitou. Sentamos na sala, conversando sobre futebol, trabalho, nada de mais. Mas tinha algo diferente no ar. Ele estava mais próximo do que o normal, seu joelho roçando no meu.

“Você tem me olhado diferente ultimamente”, ele disse de repente, direto.

Engoli em seco. “Como assim?”

Ele sorriu de lado. “Como um homem olha outro homem quando quer foder.”

Meu pau endureceu instantaneamente dentro da calça. Não neguei. Não consegui.

Ele se levantou, veio até mim e puxou minha cabeça para seu pau já duro por cima da bermuda. “Chupa”, ordenou.

Eu abri a bermuda dele com mãos trêmulas. Seu pau saltou para fora, grosso, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de lubrificação. Eu lambi a cabeça primeiro, sentindo o gosto salgado. Depois engoli ele inteiro, sentindo ele bater no fundo da minha garganta.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca. “Isso, engole tudo, putinho do sogro.”

Depois de alguns minutos ele me levantou, me virou de bruços no sofá e puxou minha calça para baixo. Cuspiu na minha bunda e esfregou o cuspe no meu cu apertado.

“Vou te comer agora”, ele avisou. “Vou te foder até você gozar gritando meu nome.”

Ele enfiou o pau devagar, abrindo meu cu centímetro por centímetro. A dor misturada com prazer me fez gemer alto. Quando ele estava todo dentro, parou um segundo, me deixando sentir ele pulsando.

Então começou a meter. Forte. Rápido. Suas bolas batendo contra minha bunda. Suas mãos apertando meus quadris. “Toma, toma no cu. Toma o pau do seu sogro.”

Eu gozei primeiro, sem nem tocar no meu pau. Jatos de porra saíram enquanto ele continuava me fodendo. Meu cu apertou ao redor dele e ele gozou logo depois, enchendo meu cu com porra quente.

Ele saiu de mim e eu fiquei ali, de quatro, sentindo a porra escorrer pela minha coxa.

“Da próxima vez”, ele disse, vestindo a bermuda, “vou te foder na cama que você divide com minha filha.”

Ele saiu. Eu fiquei ali, usado, cheio de porra, já pensando quando seria a próxima vez.

DOWNLOAD

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.