Lucas abriu a porta do apartamento com o rosto inchado de tanto chorar. “Não aguento mais, cara. Ela terminou comigo e eu me sinto um lixo.” Mateo entrou, fechando a porta atrás de si, e puxou o amigo para um abraço apertado.
“Ei, eu tô aqui. Você não está sozinho.” As mãos de Mateo deslizaram pelas costas de Lucas, sentindo a tensão nos músculos dele. Lucas encostou a testa no ombro dele, soluçando baixo.
Mateo o conduziu até o sofá, sentando ao lado. “Você é incrível, Lucas. Ela que não soube valorizar.” Ele passou a mão no cabelo do amigo, massageando o couro cabeludo. Lucas fechou os olhos, relaxando um pouco no toque.
“Obrigado por estar aqui.” Lucas virou o rosto, e seus olhares se encontraram. Algo mudou no ar. Mateo inclinou-se devagar, testando, e pressionou os lábios contra os de Lucas. O beijo começou suave, quase hesitante, mas logo ficou mais urgente.
Lucas correspondeu, abrindo a boca, sentindo a língua de Mateo explorar a sua. As mãos dele subiram pelo peito do amigo, sentindo o calor através da camisa. Mateo puxou a própria camiseta pela cabeça, revelando o torso definido. Lucas tocou a pele nua, traçando os músculos com os dedos.
“Posso continuar?” Mateo sussurrou contra os lábios dele. Lucas assentiu, ofegante. Mateo abriu o botão da calça de Lucas, puxando-a junto com a cueca. O pau de Lucas saltou livre, já duro e latejando. Mateo envolveu a base com a mão, masturbando devagar, sentindo o membro pulsar.
Lucas gemeu, jogando a cabeça para trás. Mateo se ajoelhou entre as pernas dele, lambendo a cabeça do pau antes de engolir tudo. A boca quente subiu e desceu no comprimento, chupando com força, a língua pressionando a veia por baixo. Lucas agarrou o cabelo de Mateo, empurrando os quadris para frente.
“Porra, Mateo…” Lucas gemeu. Mateo engasgou levemente mas continuou, engolindo mais fundo, a saliva escorrendo pelo pau. Ele chupou os testículos também, lambendo cada parte.
Mateo se levantou, tirando o resto da roupa. Seu próprio pau estava rígido, a cabeça brilhando de pré-gozo. Lucas se ajoelhou agora, tomando o membro de Mateo na boca, sugando com vontade. Mateo segurou a cabeça dele, fodendo sua boca devagar, gemendo.
“Vira de costas,” Mateo ordenou rouco. Lucas obedeceu, apoiando-se no sofá. Mateo lambeu o cu de Lucas, a língua circular no anel apertado, enfiando-a dentro. Lucas empurrou o quadril para trás, gemendo alto.
Mateo cuspiu na mão, lubrificando o próprio pau, e pressionou a cabeça contra a entrada. Empurrou devagar, sentindo o cu apertar ao redor dele. Quando estava todo dentro, começou a meter com força, as bolas batendo contra a bunda de Lucas.
“Mais forte,” Lucas pediu. Mateo agarrou os quadris dele, fodendo sem piedade, a respiração pesada. Lucas masturbou o próprio pau enquanto era penetrado, gemendo a cada estocada.
Mateo mudou de posição, deitando Lucas de costas no sofá. Levantou as pernas dele, penetrando mais fundo. O pau dele atingia a próstata de Lucas a cada vez, fazendo-o tremer. Lucas gozou primeiro, jatos grossos de porra cobrindo seu abdômen. O cu dele apertou ao redor do pau de Mateo, que gozou logo depois, enchendo o interior dele com sêmen quente.
Eles ficaram ofegantes, corpos suados colados. Mateo beijou Lucas de novo, mais devagar agora. “Melhor?”
Lucas sorriu, puxando-o para mais um beijo. “Muito melhor.”